domingo, outubro 26
quarta-feira, outubro 22
Não acredito e não acredito e recurso-me a acreditar. É impossível! Era! Não sei, não acredito. Não é verdade, não é. Não pode ser, não quero que seja. Não percebo onde falhei. Será que falhei? Porque falhei? Serei eu assim um falhado tão grande que falha e falha e algumas tantas falhas. Não percebo, ela é a tal. Não há como negá-lo, depois de tudo, ela é. Assim foi escrita a nossa tão bela história que ainda tem tantas páginas por escrever, tantos capítulos por desenhar, tantos parágrafos por inventar. E vamos inventar. Eu sei que vamos, Simplesmente tens o teu direito a férias, eu também tenho. Então vamos de férias. É o que as férias são, não é? Uma escapadela finita com retorno assinalado. Então assim pode ser. E será. Pode ser que seja. Não acredito e recuso-me a acreditar. Sou um ateu, por natureza, se bem que isto pouco ou nada tem a ver com isso. Mas se formos a ver o que eu escrevo não tem a ver como nada e tem a ver com tudo.
É essa a beleza disto. Mas eu sei, consigo prevê-lo. Espero prevê-lo. Quero prevê-lo.
"I've searched the universe and found myself within' her eyes"
segunda-feira, outubro 20
sábado, outubro 11
sexta-feira, outubro 10
domingo, setembro 14
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Foi das coisas mais poéticas que li, mas é triste ler isso. Metáfora e mais metáforas e mais duas metáforas, porque três já é um exagero.
Como compreendo o que li, bom se calhar não compreendo, mas interpreto à minha maneira e isso faz-me acreditar que te compreendo.
Mas dói-me mesmo o joelho, dói-me demais. Não devia ter corrido a tamanha velocidade na expetativa de conseguir dominar aquela bola. A velocidade era demais e o impacto demais foi. E agora a dor.
Quero escrever mas não posso, quer dizer posso mas não quero. Quer dizer quero mas não posso, arg, que infinidade de opções restringidas.
Não é a altura e a ponte já está quase toda construida, por isso posso aguardar mais ou dois meses e vejo aquele veículo a passar de um lado para o outro.
O problema é pensar que existe um problema, então aí há sarilhos.
- Mas não era problema?
- Epá. as palavras são sinónimas.
- Epá. as palavras são sinónimas.
- Então se o são porque dizes a mesma coisa em diferentes frases?
- Mas tu só fazes perguntas?
- Que achas tu?
- Acho que te deves enfrentar. Tu olhas e não queres ver, escutas e não queres ouvir, tens de sair daí e fazer o que tens a fazer.
- Acho que te deves enfrentar. Tu olhas e não queres ver, escutas e não queres ouvir, tens de sair daí e fazer o que tens a fazer.
- Mas com o tempo passei a ter medo de tudo.
- Medo?!
- Vá, sinto-me assustado..
- A sério?
- Sim! Estou alarmado, aturdido, espantado, perturbado e ainda sobressaltado.
- Então tens de fazer o que tens a fazer, tu és o teu melhor amigo.
- Na verdade sou ambos.
- Medo?!
- Vá, sinto-me assustado..
- A sério?
- Sim! Estou alarmado, aturdido, espantado, perturbado e ainda sobressaltado.
- Então tens de fazer o que tens a fazer, tu és o teu melhor amigo.
- Na verdade sou ambos.
- Ambos?
- Sim, sou o meu melhor amigo e o meu mais vil inimigo. As minhas acções ajudam-me, mas os meus pensamentos matam-me. Eu tenho um pensamento que gera uma acção. E a cada acção, uma parte de mim morre. Lentamente.
- Chavalo... So deep.
- Sim, sou o meu melhor amigo e o meu mais vil inimigo. As minhas acções ajudam-me, mas os meus pensamentos matam-me. Eu tenho um pensamento que gera uma acção. E a cada acção, uma parte de mim morre. Lentamente.
- Chavalo... So deep.
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